Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Restaurante MegaVega

Na semana passada fui a um Restaurante Vegetariano situado na Rua dos Sapateiros, na Baixa de Lisboa, chamado MegaVega. Só tive conhecimento deste restaurante através do livro de descontos "Discount Book" da "LifeCooler" que comprei recentemente. Este livro oferece um cupão com 50% de desconto sobre o total da conta, excluindo as bebidas. Excepto ao almoço de segunda a sexta-feira, menús de estação sazonais, grupo ou partner e não acumulável com outras promoções, sendo necessário marcação prévia para jantares.
.
O Restaurante apresenta-se da seguinte maneira:
.
MEGAVEGA - CONSCIÊNCIA ALIMENTAR:
Restaurante de alimentação saudável e natural para uma consciência alimentar equilibrada. Entre as 12h e as 18h30, com opções de pratos quentes, vegetarianos e saladas. Ao jantar, buffet vegetariano em ambiente de tranquilidade.
Rua dos Sapateiros, n.º 111-113 - 1100-157 Lisboa
Telefone: 213468063
Preço médio por pessoa: 12,50€
Horário: das 8h30 às 22h00
Ovo-lacto-vegetariano, utilização de produtos biológicos.
Marquei para as 20h30. Fui com a minha namorada depois de trabalhar. Chegámos ao restaurante e fomos bem atendidos. Apenas havia uma mesa ocupada por turistas polacos. O empregado disse-nos que nos tinha reservado mesa junto à janela. O ambiente era discreto e calmo à primeira vista. Tudo o que se passou a seguir foi simplesmente surreal.
.
A mesa junto à janela, também ficava junto à porta de entrada, logo quem entrava, batia com a porta nas costas da pessoa que estava sentada desse lado. Já para não falar do frio que entrava. Antes de pedir-mos o buffet falei do cupão do Discount Book ao qual o empregado disse desconhecer mas que ia perguntar ao chefe dele para se informar. Passados 10 minutos, o empregado serviu-nos uma tarte de vegetais bastante saborosa, não fosse a tarte da minha namorada vir guarnecida com um pêlo (provavelmente de cabelo ou púbico, não sei precisar). Quando confrontado por esta situação, o empregado apenas levou a tarte e o assunto ficou por aí. Fico a crer que já não é a primeira vez que isto acontece. De seguida, fomos ao buffet. A nível de variedade deixava muito a desejar. Apenas os ingredientes básicos para fazer uma salada vegetariana na Vitaminas e pouco mais: alface, tomate, milho, azeitonas descascadas, beterraba, entre outros. Os pratos quentes era apenas um: arroz amarelo com soja e uma batata acompanhado com soja e nabo. A nível de higiene, também houve mais razões de queixas. Preparar a comida sem lavar as mãos ou sem usar luvas é impensável, mesmo num restaurante "natural". Para além disso, houve outra cliente que deixou cair uns bagos de arroz em cima do balcão e o chefe do restaurante limitou-se a sacudi-los novamente para o recipiente do arroz com a palma da mão (sem luvas!). Os sumos naturais que lá têm são apenas dois: o de toranja (ácido e nada doce) e o de gengibre (que não bebi). Quando perguntei pelo preço do sumo natural grande foi-me indicado pelo empregado que o preço é de 2,60€. No entanto, quando fui pagar a conta, o responsável do restaurante informou-me que o valor a pagar afinal era de 3,20€. A comida era sensaborona, não mostrava nada de novo e pouco apelativa. Devo dizer que esta não foi a primeira vez que estive num restaurante vegetariano. Por ter gostado tanto do restaurante "Terra", no Princípe Real, é que comecei a ser adepto das refeições vegetarianas, mas este restaurante foi simplesmente decepcionante.
.
Como nota final gostava de dizer que acho que a forma como o responsável do restaurante nos tratou não foi a mais correcta, no entanto, cada um é que sabe a forma como gere o seu negócio. Acho que foi desagradável a forma como falou connosco. Este restaurante deixou muito a desejar e certamente nunca mais lá volto.
.
Serviço: 4/10
Variedade: 3/10
Qualidade: 6/10
Higiene: 1/10
Ambiente: 5/10
Preço: 3/10
Satisfação: 3,5/10
.
Nota Final: 25,5/70 = MAU

Quarta-feira, 12 de Agosto de 2009

Rectificação ao Jornal 24 horas

No Jornal 24 Horas de 12 de Agosto de 2009, na página 14, na rúbrica Factos: Mundo, sobre a notícia de que Aung San Suu Kyi fica mais de 18 meses fechada em casa, estando refém da ditadura.
.
Diz no artigo "Com esta condenação Suu Kyi fica impedida de participar nas eleições birmanesas, previstas para o próximo ano, o que mereceu a crítica do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que se apressou a exigir a libertação da Prémio Nobel da Paz de 2001".
.
Ora, se bem me lembro, o Prémio Nobel da Paz de 2001 foi atribuído ao Secretário Geral da ONU da altura, Kofi Annan (de Gana), pela dedicação a um mundo melhor organizado e mais pacifista.
.
Portanto, acredito que o jornalista do 24 Horas, talvez quisesse dizer que Aung San Suu Kyi recebeu O Prémio Nobel da Paz em 1991 (de Burma), por ser Líder de oposição da ditadura na Birmânia e ávida activista dos Direitos Humanos.
.
Fica feita a rectificação.

Zahir, de Paulo Coelho

Comecei ontem a ler "Zahir", de Paulo Coelho. Este livro foi-me oferecido pela minha namorada no Natal. Até agora estou a gostar. Já li outros livros de Paulo Coelho e gostei. Espero que este livro esteja conforme as minhas expectativas.

"Visibilidade", de Boris Starling

Acabei de ler o livro "Visibilidade" de Boris Starling. Gostei muito da história que é um thriller bastante excitante, com uma escrita apelativa e concisa. A forma como este autor escreve sempre me atraiu até porque nos conduz a mistérios apenas revelados no final da história, mistérios esses que normalmente estão bem escondidos e prontos a enganar mesmo o mais ávido leitor. Fiquei impressionado por saber que para além de ser ficção, é baseada numa história verídica, envolvendo espionagem ao mais alto nível, ciência e tecnologia, enigmas e cálculo matemático. Simultaneamente, é um livro que retrata a memória dos judeus nos campos de concentração nazis, desde a escravidão até aos testes de cobaia em prisioneiros. Conjuga esta parte sombria e triste, com o amor, a alegria e a amizade, fazendo com que tenhamos empatia pelas personagens e que as queiramos conhecer melhor. É um livro muito bom de se ler. Recomendo a leitura deste livro.

Zon Card

Agora com o Zon Card posso ir ao cinema com a minha namorada e só pagar o meu bilhete. Uma vantagem excelente, para quem como eu, gosta de ir ao cinema.

Ridículo

Ridículo é o que eu vi no outro dia. Ridículo e perigoso. Como se já não bastasse estar a fumar descontraídamente encostado à entrada da loja com a complacência das empregadas, o tipo tem o descaramento de se encostar a uma grelha de botijas de gás que, por acaso, até fica mesmo em frente das bombas de gasolina onde os clientes estão a encher os depósitos dos veículos. E isto passou-se na Bomba de Gasolina da GALP, no Laranjeiro, na 2ª feira, às 19h30 (10.08.2009).
Quando fui a pagar, o tipo ainda foi chamar a atenção a uns miúdos para não encherem os pneus das bicicletas e continuou a deambular pela estação de gasolina, a fumar, como se nada passasse. As funcionárias também não mencionaram nada, como se de uma coisa normal se tratasse. Pode ser que um dia haja um acidente e depois será tarde de mais.

Sexta-feira, 7 de Agosto de 2009

Parque da Paz

Agora que o meu ginásio está fechado no mês de Agosto, tento todos os dias, correr no Parque da Paz. Em 45 minutos consigo fazer o percurso difícil, médio e fácil a correr, sem parar. No entanto, anda-me a custar fazer os abdominais, provavelmente pelo piso irregular do chão. A ver se amanhã vou à praia.

Colecção Berardo

Fomos ontem ao Centro Cultural de Belém ver a Colecção Berardo, no âmbito da iniciativa do Festival dos Oceanos, que consistia em visitar vários museus de Lisboa das 18h00 às 24h00. Não sei se foi por estarmos cansados após um dia de trabalho ou por ainda não termos jantado, mas não gostei do que vi. Eu gosto bastante de arte contemporânea, já visitei muitos museus e galerias de arte contemporânea, por isso, já nada me choca. No entanto, o Museu da Colecção Berardo, que tinha 3 exposições, 1 permanente e 2 temporárias, apenas uma delas era interessante, a de um arquitecto africano e a mostra de vários planos de construção, maquetes e desenhos. A exposição permanente é longa, chata e exclusivamente feita para chocar quem visita aquele espaço. Creio que o objectivo da arte contemporânea seja traduzir uma determinada obra, num ou mais sentimentos, mostrar valor e sentido, mesmo que a obra pareça irregular ou simbologicamente sem sentido. As peças expostas pareciam ter sido feitas por amadores, sem sentido estético e sem uma explicação lógica ou do artista plástico. Acredito que expor peças e deixar a definição da lógica da peça sem uma explicação, não é fazer arte contemporânea. É apenas um monte de lixo que deitam num espaço amplo e que dizem que é arte. Digo, ainda, que é absurdo e ridículo, haver uma enorme sala, com 3 ou 4 conjuntos de luzes flurescentes acesas e a explicação daquela "peça de arte" é dizer o nome do autor, a peça é desconhecida e a definição é 3 lâmpadas flurescentes de 40W.
Fico feliz por ter ido ver a Colecção do Museu Berardo pela iniciativa do Festival dos Oceanos porque assim não tive que pagar para entrar.

Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

Festival dos Oceanos

No âmbito do Festival dos Oceanos, hoje vamos visitar um dos Museus disponíveis para serem visitados gratuitamente das 18h às 24h. Esta acção do Festival dos Oceanos está calendarizada para hoje e para o dia 13 de Agosto (próxima 5ª feira).

Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009

Aniversário de Dennise Santos

Parabéns Dennise! Agora que estás a caminhar para os 40, vê lá se apareces mais por aqui, senão a gente já não te reconhece!

Aniversário de Dina Amante

Parabéns Dina! Espero que esteja tudo bem contigo e que consigas arranjar rapidamente um novo trabalho novamente.

Aniversário de Patrícia Ramos

Parabéns Patrícia pelo teu aniversário! Espero que o próximo ano seja melhor que este e que consigas arranjar um trabalho rapidamente.

Aniversário de Tia Catarina

Parabéns Tia Catarina! Desejo um excelente aniversário, espero que esteja tudo bem consigo aí em Macau!

Aniversário de Priscila

Desejos de um excelente aniversário para a Priscila, a minha prima de Macau que tem agora 17 anos.

Aniversário de Ana Silva

Desejos de um excelente dia de Aniversário para a D. Ana Silva, minha colega de trabalho.

Idade do Gelo 3

Ontem fui ao Almada Fórum com a minha namorada ver "A Idade do Gelo", versão original às 20h55. Sempre que vamos ao cinema no Almada Fórum, nós saímos directamente do trabalho e dirigimo-nos para lá onde jantamos sempre em dos vários restaurantes desse centro comercial. Ontem não foi excepção. A minha namorada decidiu experimentar novamente os crepes salgados da "Maison de Crepes" enquanto eu fiquei por uma sandes tropical da "Pans & Company". Normalmente, gostamos de ir ao "Alentejo" por oferecer refeições completas e muito saborosas por um preço atractivo. No entanto, decidimos que queríamos comer algo mais ligeiro. Depois do "jantar" fomos comprar um pacote de pipocas normal e lá fomos nós para a sala 7. Depois dos habitais 25 minutos de publicidade e 3 minutos de trailers, o filme começou.
.
Confesso que o filme me agradou bastante. Apesar de muitos amigos meus me terem dito que o filme estava engraçado e que se tinham fartado de rir, eu cepticamente acreditava que uma sequela de uma sequela não podia ser melhor. Aliás, não achei piada ao Ice Age 2. No entanto, e para espanto meu, a Idade do Gelo 3, é um filme bastante agradável onde aparecem, desta vez, dinossauros que apenas rugem mas que não falam e que dominam grande parte do ecrã. A história do filme acontece com o Sid a encontrar uns ovos de dinossauro, que pertencem a uma dinossaura-mãe que leva os ovos e o Sid para um vale "Jurássico". Os amigos de Sid partem em mais uma aventura à procura de Sid pelo mundo perdido Jurássico. No final, o que conta é a amizade entre os vários tipos de animais e a união familiar.
. Gostei do filme, ri-me bastante e sai bem disposto do filme.
.
Ainda deu tempo para passar pela Springfield e ver as últimas promoções de 6,95€ e passar pela Desigual enquanto a minha namorada foi à Wink tratar da beleza.
.

Terça-feira, 4 de Agosto de 2009

Rectificação

Gostaria de fazer uma rectificação no texto sobre o Festival dos Oceanos. Devido a imensas queixas dos nossos leitores, é nosso dever apresentar a verdade: Foi com muita insistência da minha namorada que fomos ver a abertura do Festival dos Oceanos. Sem essa persistência não teríamos assistido a este espectáculo.

Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009

Visibilidade

Depois de ter acabado com o livro "A Neblina do Passado" de Leonardo Padura, estou a ler com muito gosto, um dos autores que escreve livros inteligentes com muita imaginação.
.
O Livro chama-se "Visibilidade" e o autor é Boris Starling. É editado pela Bertrand Editora. Custou-me 19,50€ na Fnac.
.
Boris Starling escreveu também:
.
. Vodka;
. Messias;
. Tempestade.
.
Boris Starling nasceu em 1969, em Eaton, onde estudou e viveu até à conclusão da sua licenciatura em História, feita em Cambridge. Boris Starling é um dos mais aclamados autores de thrillers. Trabalhou numa agência de investigações confidenciais. Foi jornalista do "The Sun" e do "Daily Telegraph". Vive em Londres.
.
Contracapa:
.
Em Dezembro de 1952, com a sombra da guerra a esbater-se e com o clima da Guerra Fria cada vez mais quente, Londres viu-se envolvida numa combinação mortal de poluição e condições metereológicas adversas, que ficou conhecida como o Grande Nevoeiro, sendo responsável pelo fim de mais de 12000 vidas. Neste miasma, um homem encontra a morte. Tanto a CIA como o KGB e o MI5 tinham motivos para desejar que a morte do homem se mantivesse em segredo, chegando mesmo a matar por isso...

A Neblina do Passado

Acabei de ler a "Neblina do Passado", de Leonardo Pardura há algumas semanas, após também ter passado no teste final de mandarim com 89%.

Festival dos Oceanos

No Sábado passado, após 1 dia árduo de trabalho, eu e a minha namorada fomos dar um passeio à beira mar antes de irmos jantar. Lisboa, à beira rio, à tarde, junto à Ponte 25 de Abril, tem muito que se lhe diga. É muito relaxante e a mistura quase pôr do sol com o rio calmo dá um brilho especial à coisa.
.
Pois estávamos nós a passear junto ao Padrão dos Descobrimentos a apreciar todo esse espectáculo natural, quando nos apercebemos que ao fundo (junto à Torre de Belém) estava a acontecer qualquer coisa. Fomos até lá e percebemos que era o Festival dos Oceanos. Apesar da minha renitência inicial, concordei em ver o festival de "Verão" com os "Klepht", "Rita Red Shoes" e "James Morrison" como cabeça de cartaz.
.
Antes disso, e para aguentarmos o concerto, fomos jantar ao restaurante japonês "Tokyo" sito em Alcântara. Devo dizer que fiquei surpreendido com o restaurante pelos pratos serem fescos, preparados no momento e à nossa frente. Aproveitámos o buffet deles a 13,90€ por pessoa que inclui: Sushi, sashimi, tempura, maki sushi, entre outras deliciosas peças. O mais intrigante foi provar sushi com fruta, peças que nunca tinha provado anteriormente. Confesso que não achei nada de especial o sushi com kiwi, embora o que tinha morango não fosse mau de todo. Gostei muito foi do chá japonês. Apesar do preço um pouco elevado (2,5€ por chá), o sabor fez-me pedir um 2ª chá a acompanhar o buffet. Os empregados são solícitos e bastante simpáticos e o ambiente do restaurante é bastante agradável. No final, pagámos a conta de 34,90€, mas saímos satisfeitos.
.
Às 21h30 estávamos de pedra e cal nos jardins da Torre de Belém para assistir ao Festival dos Oceanos. Os "Klepht" já lá estavam a tocar, a puxar freneticamente pelo público, enquanto iam chegando cada vez mais pessoas. De seguida, veio "Rita Red Shoes" que tocou o seu repertório, tendo apresentado pela a última vez antes do lançamento do seu novo disco, as 2 músicas mais conhecidas actualmente e que tocam frequentemente nas rádios. Para além disso, fez um dueto em género de valsa com um antigo rockeiro dos anos 60. Com ele, e com mais um guitarrista famoso dos anos 60, "Rita Red Shoes" relembrou-nos o rock dos anos 60. A actuação de "Rita Red Shoes" foi satisfatória, apresentando músicas um tanto ou quanto surreais, outras vezes enfadonhas. Por volta da meia-noite o público ansiava pela chegada de James Morrison, levando com a brisa fria e gelada da noite onde os termómetros apontavam para os 11º C. Após a montagem do cenário, James Morrison apareceu, cantou e deslumbrou. As mil e tal pessoas que lá se encontravam vibraram com o concerto e só saíram de lá quando James Morrison se despediu entusiasticamente do público português.
.
Foi uma boa abertura deste Festival dos Oceanos, em Lisboa.